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A perda de dentes pode ser provocada pela cárie, doenças das gengivas e por traumatismos. (as doenças das gengivas são a principal causa) Quando faltam dentes, os que estão ao lado e os oponentes tendem a mover-se para o espaço livre provocando todo o tipo de desequilíbrios nas arcadas dentárias. Também se dá a reabsorção do osso alvéolar (desaparecimento, por absorção pelo organismo), que é o osso esponjoso onde estão implantadas as raízes dos dentes. Para restaurar as funções: mastigatória, estética e fonética, e minimizar os efeitos acima referidos, fazem-se as próteses dentárias. As próteses dentárias podem ser removíveis (o paciente pode-as tirar sempre que o desejar) , ou fixas (cimentadas no lugar com uma cola especial e só o dentista as poderá remover) . Ambas as próteses podem ser parciais ou totais (as fixas só podem ser totais no caso de implantes). |
Prótese removível - As próteses removíveis podem ser parciais e totais. As parciais removíveis podem ser totalmente em acrílico ou terem uma parte metálica chamada esqueleto e destinam-se a substituir um ou mais dentes. Estas últimas são conhecidas como esqueléticas. As próteses parciais removíveis em acrílico são o tipo de prótese mais económico e deveriam ter apenas um carácter temporário. No entanto são as mais usadas em Portugal por razões sócio económicas. |
Implantes - Os implantes utilizam-se em casos de perda de um ou mais dentes quando se pretende efectuar próteses fixas. Nestes casos funcionam como raízes naturais. Usam-se ainda no caso de doentes desdentados em que a estrutura óssea e a mucosa gengival não permitam a utilização de uma prótese total com conforto e estabilidade. Aqui funcionam como retentores da prótese. |
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